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Quer explicar o sentido da Páscoa pra sua criança pequena? Dá uma olhada nesse vídeo!

Olá!

Então, a resposta para a pergunta no título está aqui abaixo:

~Vontade de abraçar as crianças todas! XD

Com este curta bonito e com uma explicação simples, sem enrolações, violência e/ou sangue temos um ótimo vídeo inicial do grupo Voa Flor.

Se seu filho já tem idade pra ver animações, com certeza vai entender esta mensagem. E qualquer dúvida que ela tiver, você pode ajudar também. Ou caso você tenha esquecido o sentido da Páscoa, faça-se um favor e relembre. 😉

Facebook do grupo aqui, Twitter aqui e Vimeo aqui.

Fica a dica!

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Cervejas do meu mundo afora: Bohemia Imperial

A cerva de hoje é da família Bohemia, tão conhecida do paladar tupiniquim. Desenvolvida para celebrar a abertura da fábrica para visitação, em Petrópolis. Sorte nossa em dose dupla, pela nova cerveja e pela oportunidade de conhecer o processo de produção desta bebida tão boa.

A boa impressão começa pela garrafa, que é linda e muito bem elaborada. Ficamos até com pena de jogá-la fora e está em processo de limpeza para se tornar uma linda garrafa de água pra casa. 😉

A cerveja em si, é muito boa, encorpada em com bela coloração acobreada. Tem graduação alcoólica de 5,2%, nada que te ponha bêbado muito rápido.

Vale pela experiência, pela beleza, pela comemoração e, claro, por ser mais uma cerveja a ser degustada. 🙂

Site oficial da cervejaria aqui, Facebook aqui e wiki com a história aqui.

Fonte: Brejas

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Cervejas do meu mundo afora: Patagonia Amber Lager

Já que temos um Papa argentino e ele é o assunto do momento, resolvemos falar de: Igreja!

…Só que não. Diferente do Brasil, este é um blog laico (até o momento). Então vamos falar da  cerveja dos hermanos. Sim, hoje temos uma representante argentina que é a Patagonia Amber Lager.

Clique aqui para acessar o site da cervejaria

É leve, com coloração âmbar e pouco amargor no final, a cerveja contém 4,5% de teor alcoólico em sua versão de 740ml, temperatura ideal de consumo entre 8 e 10ºC de acordo com o rótulo. Não gera grandes surpresas. Em comparação com outras cervejas do mesmo estilo a Patagonia fica dentro da normalidade.

Agora, a pergunta: Por que dica de uma cerveja “normal”?

Bem, recomendamos pois o que para nós é algo comum, pode ser a melhor cerveja do mundo para outros. Gosto é uma coisa muito pessoal, sem contar que é sempre bom experimentar uma cerveja nova. Fora que poucas coisas são tão boas quanto o prazer de descobrir um novo sabor de cerveja! 😉

Fonte: Brejas.

Página oficial.

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Cervejas do meu mundo afora: Hoegaarden Rosée

Olá!

Esta belezinha foi degustada com a curiosidade de provar uma “cerveja rosée” e podemos dizer que está aprovada. Bom aroma, colarinho com média duração e um sabor frutado muito gostoso. É de framboesa, está na classe das chamadas Witbier e possui 4,5% de graduação alcoólica.

Antes de comprá-la chegamos a ler algumas críticas demonizando a pobre cerveja, mas encaramos o desafio mesmo assim e não houve arrependimento, ela é bem gostosinha. Arriscamos dizer que é uma cerveja que cairia facilmente no gosto feminino por ser leve e possuir mínimo amargor (longe de nós dizer que mulher não gosta de cerveja forte, pois Carolzinha aqui é super fã das cervejas fortes e de sabores marcantes). Mas quem quiser apresentar a arte cervejeira a uma dama não muito acostumada, pode começar por aí.

Compramos na versão 750ml, mas também é vendida em 330ml. Para quem não curte sabores adocicados, beber muito desta cerveja pode ser enjoativo, mas acho que nem é o caso de tomar um porre dela… 😉

Fonte: Brejas

Página oficial aqui.

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Grata surpresa no mundo da música: Biting Elbows (do clipe foda Bad Motherfucker)

Olá!

Já ouviu falar da banda russa Biting Elbows? Então, descobrimos essa semana. Você já deve ter visto os clipes FODAS que a internet descobriu essa semana. Mas já leu ou escutou as outras músicas do grupo?

Música MUITO boa, do atualmente famoso estilo indie rock. Começaram em 2011 com o EP Dope Fiend Massacre, fizeram o ótimo clipe de The Stampede, sucesso de mais de 2 milhões de visulizações no Youtube, montaram um CD inteiro com 12 músicas com o nome da banda, lançando no mesmo ano e agora em 2013 lançaram mais um EP chamado Bad Motherfucker.

Este último gerou a  continuação FODA do clipe de The Stampede, com o mesmo nome do último EP!

Escutamos o primeiro CD inteiro e o consideramos muito bom, daqueles que você bota numa festa e todo mundo escuta fácil (lógico, pro público que gosta de rock), com boas músicas agitadas! Vale muito conhecer essa banda, nós recomendamos! 🙂

Ah, só pra constar, os caras botaram no site oficial um link para o PIRATE BAY onde você pode baixar todo o conteúdo relacionado a eles lá postado via torrent e está lá no Last.FM pra todo mundo escutar e baixar. Gostamos de uma banda que confia no próprio taco! 😀

E gostando e querendo apoiar a banda, pode baixar também pelo iTunes. 😉

Se por algum acaso do destino  você ainda não viu estes clipes, faça-se esse favor e assista-os agora! Ação em primeira pessoa e bem feita no último!

The Stampede (apelidado carinhosamente como Insane Office Escape Part 1):

E o (mais uma vez, precisamos chamar de FODA) Bad Motherfucker:

E vamos torcer para que tenha continuação (porque precisamos saber o que acontece com a criança)!

Site oficial da banda aqui.

Canal no Youtube aqui, Facebook aqui, Twitter aqui e página do Last.FM onde pode-se escutar todas as músicas aqui.

Fonte: Wiki russo sobre a banda.

Contagem da palavra “FODA” utilizada neste post: 4

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Leitura pra ficar de olho: Tenho Duas Casas

Olá!

Hoje temos uma ótima dica que pode abrir muitas portas para uma conversa saudável.

Rapidamente ambientando: Quem nos conhece sabe que o Daniel tem um filho de seis anos de uma relação anterior. Pois bem, nunca haviamos conversado com a criança sobre o fato de morar em duas casas, duas regras em cada casa, dois conjuntos de roupa, enfim, dois “tudo”.

Navegando pela internet, descobrimos o livro Tenho Duas Casas da autora Cristina Von, com ilustrações de Graça Lima.

Capa do Livro Tenho Duas Casas

Vamos falar um pouquinho agora mas nos acompanhe pois o final é bom.

So, compramos o livro, demorou um pouquinho pra chegar mas chegou, pegamos na livraria da Travessa. Levamos pra casa e lemos antes, lógico, para podermos ver se cabia no nosso contexto e se poderiamos ler com ele tranquilamente. Lemos, achamos tranquilo, aguardamos até o final de semana seguinte, onde o pegamos para passar conosco.

Após um diazinho agitado, paramos em casa, botamos ele pra tomar banho e comer uma jantinha experta, depois botamos uma musiquinha baixinha e sentamos no sofá da sala para mostrar e ler o livro com a nossa criança.

Qual foi a nossa surpresa quando começamos a ler as situações do livro a criança começou a esboçar um choro contido. Esperando algo do tipo, mas mesmo assim surpresos, perguntamos se ele queria continuar e ele, se mostrando forte ou apenas por pura curiosidade, disse que sim. Lemos até praticamente metade de suas 32 páginas, mas ele já estava um pouco choroso e cansado do dia, então, paramos e levamos ele até a cama. Lá, nós três nos demos um abraço super forte e, a esta altura, amigo, todos estávamos com lágrimas nos olhos. Falamos a ele e a nós mesmos que tudo ficaria bem, a criança logo adormeceu.

Sentamos nós, na sala, meio entorpecidos com a situação toda. Foi quando percebemos pela primeira vez que, além de duas casas e dois “tudo”, também nunca haviamos conversado com a criança sobre ter pais separados e como isso afeta a vida de todos e, principalmente, a dele.

Dormimos posteriormente, todos acordamos e após o café da manhã perguntamos se ele queria continuar a ler o livro, que disse que sim. Sentamos e continuamos a ler de onde paramos até o final.

O interessante é que justamente da onde continuamos foi a parte que começa a explicar como tudo fica bem, que é normal ter duas casas, que é bom ter seus brinquedos e roupas tanto na casa da mãe quanto na do pai, que existem diferentes modelosde família, com pais juntos, separados, sem pai, sem mãe, morando com os avós, com padrasto e madrasta, sobre novos irmãozinhos ou irmãzinhas e como eles não vão tirar o espaço dele… Enfim, aborda muita coisa, de uma maneira bem lúdica, com ótimas artes para os pimpolhos absorverem da melhor maneira possível.

Perguntamos se tinha alguma dúvida quando terminamos, ele disse que não. Ok, esperamos. Passou um tempinho, não deu outra: a criança soltou um singelo “Tem família que não tem pais?” – Pronto. O diálogo foi aberto. Missão cumprida.

A dica é: Se você vive uma situação de ter um filho com pais separados, este livro é bela maneira de abordar assuntos relacionados ao tema.

Fica também a sinopse roubada do site da Americanas:

“A autora leva para a sala de aula a discussão de um tema atual e extremamente importante para a convivência: o surgimento de novas estruturas familiares na sociedade. Com texto e ilustrações leves e agradáveis, este livro propicia ao leitor o entendimento sobre um dado novo, a quebra de paradigmas, a identificação com os personagens, o respeito pela história de si e do outro e pelas diferenças. Contém atividades sugeridas para sala de aula:

– A história como ponto de partida para a quebra de padrões e a compreensão de novas possibilidades.

– A partir de perguntas e respostas sobre a história e também de relatos de histórias pessoais – próprias ou de terceiros -, levar o leitor a refletir e a encarar com naturalidade situações como:

+ Separação dos pais;

+ Novos arranjos familiares;

+ Filhos de pais separados;

+ Inclusão de novos membros;

+ Novos tipos de convivência.

– Se a criança narrar uma experiência pessoal, a atividade faz com que ela vivencie um processo de criação (ao organizar o relato) e de expressão (ao narrar a história), que a auxiliam a lidar com situações com as quais convive. Graça Lima ilustra o texto com muita criatividade, dando um toque especial a este livro encantador.”

Blog da autora aqui e da ilustradora aqui.

Entrevista bem legal com a ilustradora no blog Abraços Dobrados aqui.

Sugestões para serem trabalhadas em sala de aula aqui.

Post no blog Não é a Mamãe da “boadrasta” Bianca Spessirits aqui.

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Cervejas do meu mundo afora: Leffe Radieuse

Já falamos sobre a Leffe aqui, mas fato é que não conhecíamos esta variação. Aproveitamos uma oportunidade (leia-se: promoção em uma webstore), experimentamos e super recomendamos.

A Radieuse contém cravo e coriandro, especiaria que vem da Ásia e do norte da África. O sabor e aroma frutados são intensos e com teor alcoólico de 8,2% pode deixar os menos acostumados bêbados em pouco tempo. Melhor beber para apreciação. 😀

Como já dito acima, gostamos e recomendamos imensamente que você também aproveite esta experiência.

Fonte: Brejas

Site oficial da Leffe

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