Tipos de madrasta

Carol: Pessoas, não entrem em pânico. Isso aqui não deve virar um blog de mimimi de madrastas, mas estamos levando em consideração um grande número de interessados pelos posts do dia da madrasta (que, por sinal, é só em Setembro!). Isso aconteceu muito perto do dia das mães e vem rendendo até agora, então acho que algumas madrastinhas estão por aqui e já que sou a representante da classe neste blog vou falar de algumas coisinhas e dar as dicas sobres os temas com os quais já tive experiência.

Como o título já sugere, vou falar de alguns tipos de madrastas que classifiquei ao longo desses quase cinco anos:

Evil Queen  ou Madrasta da Branca de Neve – Aquela que é má por ser má.  Esse grupo não é composto apenas por madrastas, deixemos a hipocrisia de lado e vamos assumir o fato de que mães e pais biológicos podem ser os maiores vilões na vida de seus filhos. Então termo destina-se a todos que tem comportamentos assim.

Madrasta ciumenta – É a madrasta que tem ciúme da criança. Gente, qual é a razão nesse mundo pra competir com crianças? Se o problema é o fato do seu marido/namorado/noivo ter um filho da relação passada, você tem duas opções: Supere isso ou saia já dessa vida de madrasta por que isso te fará infeliz, além das outras pessoas envolvidas.

Madrasta bem intencionada – Se você não se identificou com os tipo descritos acima, ufa, você está num ótimo caminho pra ter uma vida “madrastal” de paz. Acontece que a boa intenção tem lados bons e ruins. O bom é que você é disposta a ajudar, a participar da vida da criança na parte que lhe compete e isso torna as coisas mais fáceis. A parte ruim é que isso pode ser mal interpretado por quem está de fora ou pode em muitos casos ser desconsiderado pelo seu marido e o(a) filho(a) dele e isso pode magoar muito a madrasta. Neste caso avalie qual é o seu nível de comprometimento e o nível de aceitação e gratidão dos envolvidos e faça até onde é confortável pra você. Eu sei que fazendo o bem a pessoas tão próximas é inevitável a espera de reconhecimento, mas isso é de cada um e pode rolar ou não.

Madrasta equilibrada – Tá bom, equilíbrio é difícil em qualquer área da nossa vida, mas Deus e nós madrastas sabemos o quanto a dificuldade aumenta nessa nossa rotina.

Mas vamos lá, há esperança! Vou dar as dicas que tento seguir:

– Não se incomode com o que não merece;

– Crianças são crianças, e sim, elas são chatas. Todas nós já fomos chatas assim, nossos filhos são/serão chatos e isso faz parte… Se seus enteados são adolescentes e são chatos é praticamente uma redundância, por que vamos combinar, adolescentes podem ser um pé no saco. Não leve pro lado pessoal, eles são chatos com todo mundo; 😉

– Preocupe-se com a opinião de quem mais importa nessas situações, que na minha opinião é a do marido/noivo/namorado. Se seus sogros, cunhados e outros agregados da história tem x ou y impressão de você como madrasta, busque saber o que seu companheiro acha e não se importe muito com os outros pois… “os outros são somente os outros” e esses outros ~ poker face pra eles ~ é que são o inferno em muitos casos;

– Madrasta esperta não briga por tudo. Como uma amiga sempre diz: “Não bata palma pra louco dançar”. Em muitos casos sorria e acene no melhor estilo pinguim de Madagascar!

Bem, acho que a vida é mais fácil quando tentamos levá-la com mais suavidade, quando se trata de ser madrasta então… Aí é que tem ser zen mesmo. Mas ó, zen não quer dizer otária, tá?! 😉

Divagaremos mais sobre este e outros assuntos. Sintam-se a vontade pra comentar e dizer o que funciona ou não pra vocês.

Beijos, suas lindas!

Imagem daqui

Fica a dica!

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6 comentários sobre “Tipos de madrasta

  1. Carol, vc é um exemplo de madrasta.
    Adorei seus conselhos, e acho que se um dia me relacionar com um pai solteiro, serei como vc. Tentar se envolver com o que (realmente) interessa, superar as chatices da criança (pq ela pode jogar um “vc não manda em mim, não é a minha mãe” a qualquer momento!) e seguir em frente com o apoio do seu parceiro 🙂

  2. Madrasta bem intencionada – Se você não se identificou com os tipo descritos acima, ufa, você está num ótimo caminho pra ter uma vida “madrastal” de paz. Acontece que a boa intenção tem lados bons e ruins. O bom é que você é disposta a ajudar, a participar da vida da criança na parte que lhe compete e isso torna as coisas mais fáceis. A parte ruim é que isso pode ser mal interpretado por quem está de fora ou pode em muitos casos ser desconsiderado pelo seu marido e o(a) filho(a) dele e isso pode magoar muito a madrasta. Neste caso avalie qual é o seu nível de comprometimento e o nível de aceitação e gratidão dos envolvidos e faça até onde é confortável pra você. Eu sei que fazendo o bem a pessoas tão próximas é inevitável a espera de reconhecimento, mas isso é de cada um e pode rolar ou não.

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