Dia da Madrasta e o porque dele existir!

Olá, madrastas lindas! 😀

Está chegando nosso dia. Para quem não sabe, todo primeiro domingo de Setembro é comemorado o Dia da Madrasta. Personagem imortalizada pelos contos de fadas como ser malvada e egoísta, a figura da madrasta ganhou ares bem diferentes de uns tempos pra cá.

A madrasta não ocupa o lugar de mãe da(s) criança(s), não quer roubar o pai e não veio para destruir aquele lar feliz de comercial de margarina. A mãe da criança sempre terá seu lugar (e realmente deve assumi-lo direito) e o pai da(s) criança(s) será namorado/marido da madrasta, com seu amor devidamente distribuído entre sua(s) criança(s) e seu novo relacionamento.

E, meus caros, vamos ser sinceros: Se você está curiosa por saber como relação (que muitas vezes não passou de uma foda azarada) acabou, pega a senha na fila do muro das lamentações e vá verificar com o suposto casal o que houve. Ou, simplesmente, deixe a vida seguir seu rumo e pronto.

Mas e aí, por que diabos existe Dia da Madrasta? Explico:

Como as mulheres começaram a se relacionar com homens que traziam consigo além de história pra contar, um filho pra criar, começou-se um novo modelo de família (não me venham chamar de mosaico, pois eu odeio esse termo), onde as mulheres que não geraram, nem pariram essas crianças desempenham papel de mãe e em alguns casos melhor do que as genitoras.

Retirado do blog Super Mãedrástica – http://supermaedrastica.blogspot.com.br/

Somando a isso o fato de sermos mulheres, emotivas e termos instinto materno (Não é regra, tá gente? Tem gente que simplesmente não tem esse instinto e isso é ok, vida que segue), ficou aquele vácuo de ter dia das mães, dos pais, dos avós, do papagaio e periquito, mas a madrasta ficava lá no limbo. #mimimifeelings

Vejo que nossa sociedade vive de representações de figuras e se todos ganhavam um agrado por suas “funções” acabava que a madrasta ficava isolada e desempenhava papel de mãe, mas sendo reconhecida como “nada” em muitos casos. A terapeuta familar Roberta Palermo, lidou com muitas situações de madrastas que se sentiam mega excluídas nessas datas e instituiu junto com outras madrastas o primeiro domingo de setembro para a comemoração da data. Assim, pais e crianças podem homenagear essa figura familiar em uma data só para ela. Eu comemoro meu dia todos os anos! 🙂

É claro que esse dia é pra quem curte ser madrasta. Quem acha que está em um barco furado nessa história toda, tem mais é que procurar ser feliz, mesmo se for deixando de ser madrasta e seguindo para uma vida onde o casal “começará” do zero.

Então, se vocês assim como eu, gostam dessas homenagem deem a dica para os seus maridos/namorados de que gostariam de comemorar a data. Pode ser com um café da manhã, um desenho feito pelo enteado e o pai, uma simples felicitação ou tudo isso junto. 😉

Pais e enteados, cuidem muito bem de suas esposas e madrastas (ou boadrasta aos que preferem esse termo)! Elas merecem todo amor e respeito do mundo!

Daniel: Só pra finalizar – Mais um ano se passa, e o amor só cresce nessa família, portanto, apenas devemos agradecer a essa pessoa que entrou nas nossas vidas e deu um rumo maior e melhor! Parabéns, Amor e Tia Carol, essas personas que vivem para sermos uma família forte, amorosa e unida, sempre.

Fica a dica!

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2 comentários sobre “Dia da Madrasta e o porque dele existir!

  1. A paternidade socioafetiva ganhou espaço em certidões de nascimentos do país. Duas crianças gaúchas conseguiram na Justiça o direito de terem duas mães e um pai na certidão de nascimento. Além da mãe biológica, morta há sete anos, elas terão o nome da madrasta, agora mãe socioafetiva, em seus documentos. Para o especialista em direito de família e consultor da JOVEM PAN, Dr. Sergio Marques da Cruz, a decisão, inédita no Rio Grande do Sul, tende a se tornar mais comum. Ouça a declaração no áudio . A Justiça considerou que a madrasta, Daiana Brondani, de 35 anos, virou referência de figura materna para os garotos, que tinham sete e dois anos quando a mãe biológica faleceu, de câncer.

    • Muito bom! Tomara, sim, que saiam mais decisões iguais a esta! O mundo precisa se adequar a nova realidade, dos diversos tipos de família e validá-las legalmente.

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