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Dicas de viagem: (Algumas das) Cervejas de Buenos Aires, Argentina

É de conhecimento de vocês o quanto gostamos de cerveja. Sempre que vamos viajar damos aquela procurada para saber como é o cenário cervejeiro do local e até agora tivemos boas surpresas. Em Buenos Aires não foi diferente. Fomos dispostos a conhecer uma espécie de rodízio de cerveja que acompanhava todo um jantar com a ingredientes relacionados (mas esse é assunto para um post exclusivo) e nada mais além disso, pois com a correria do casamento não chegamos a fazer uma pesquisa vasta sobre o tema.

Patagônia Weisse – Cerveja de trigo com respeito!

A surpresa foi muito boa. Já na feira de San Telmo (nossa primeira parada) encontramos um mini mercado com uma boa variedade de cervejas e muitos tipos da nossa já conhecida Quilmes, que aqui infelizmente só vemos a Cristal, que é a mais comum.

Imperial Scotch Ale – Tem um “quê” de whiskey por conta do estilo, bem gostosinha!

Outro bônus foi ver que a maioria dos rótulos que encontramos eram vendidos em garrafa de 1L retornável. Fizemos o investimento inicial de cinco pesos argentinos e compramos a garrafa, depois era só comprar as cervejas e ser feliz. Encontramos tanta cerveja diferente das que temos aqui que não deu tempo de experimentar todas, mas nos esforçamos bastante. Por isso fica difícil fazer um post específico para cada cerveja degustada, então decidimos fazer um apanhadão com algumas que provamos.

Stella Artois Noire – Uma Stella escura! Nada de mais, mas melhor do que qualquer malzbier do Brasil!

Também conhecemos algumas cervejarias e locais que vendiam cerveja própria e para estes faremos posts especiais. Aguardem! 😉

Nós sabemos que vinho é o grande lance dos argentinos, mas o nosso é a cerveja e nesse quesito os hermanos não nos decepcionaram. Precisaremos voltar para provar todas as outras que faltaram. Nossa dica é para que você que curte cerveja como nós, vá disposto a beber e entre nos mercadinhos que encontrar pela rua, sempre tem coisa nova. Além dos pequenos mercados, a rede Carrefour também tem uma boa variedade de cervejas. Até um mercado local chamado Dia tem uma cerveja própria.

Dia – Uma lager comum, do dia-a-dia! 😉

Os preços também foram bem convidativos, já que na conversão de dólar ou real para peso, saia um preço bem em conta por cada litro de cerveja.

Quilmes Night 6.9 – bem gostosinha, a garrafa foi feita pra brilhar na balada, muito maneira!

Descobrimos que assim como em muitos outros aspectos, o Brasil está atrasado no cenário cervejeiro e não é por falta de bons rótulos e produtores, que aqui temos muitos e muito bons, mas pela falta de incentivo. Principalmente o incentivo fiscal que torna a produção de cerveja artesanal tão cara e difícil de ser disseminada. :/

Bom, pra finalizar, mais algumas:

Corona – Até a cerveja mais básica mexicana dá de 10 a 0 em qualquer pilsen brasileira!

Imperial Amber Lager – Ótima, uma ruiva de respeito!

Quilmes Bock – Não é a melhor no estilo mas, de novo, melhor do que qualquer brasileira básica.

Isenbeck – Boa pilsen, representa bem o estilo!

Quilmes Stout – Cerveja escura da Quilmes, boazinha. E só.

Schneider – Lager que ganhamos num pedido de empanadas! Para experimentar, está valendo!

Se for a Buenos Aires, não vai faltar opção de cerveja boa! 😉

Mermão, é um mundo de cervejas argentinas! O_O

Fica a dica!

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Cervejas do meu mundo afora: Blanche de Namur

Olá!

A cerveja de hoje é do estilo witbier (feita com trigo, que adoramos, mas um pouco mais leve que a weiss comum), clara, com 4,5% de teor alcoólico e com aroma e sabor frutados muito agradáveis. Nós encontramos essa gracinha engarrafada em 750 ml no Sam’s Club da Linha Amarela, aqui no Rio. Uma boa surpresa, pois não conhecíamos e após avaliar a relação de custo/benefício, levamos pra casa.

Conheça a Blanche de Namur:

A garrafa e o rótulo são bonitos, possui gosto agradável, mas alguns detalhes podemos ressaltar além das qualidades:

– Muito colarinho. Por favor cervejeiros, não nos matem, nós gostamos de um bom colarinho. Acontece que mesmo seguindo as regrinhas para servir corretamente esta cerveja e equilibrar líquido e espuma, acaba que na nossa opinião ficou espuma demais. Mas ok…

– Sabor suave. Não, não é um defeito é apenas uma nota, já que gostamos de sabores mais concentrados e fortes.

– Não é a mamãe Paulaner. Ainda não encontramos cerveja de trigo que, na nossa opinião, se compare.

Superados estes fatores e gostos pessoais, recomendamos que experimente a Blanche de Namur, da Brasserie du Bocq. Uma beleza belga pronta para ser apreciada que ganhou o posto de World’s Beer Awards de 2009 na categoria Grain-only Wheat Beer.

Ah, também é possível encontrá-la na versão 330 ml. 😉

Links e sites relacionados:

Informações no Brejas aqui.

Post sobre esta cerveja no Cervejeiros Amadores (com direito a vídeo) aqui.

Fica a dica!

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Cervejas do meu mundo afora: Brugs

Numa promoção da Dream Beer encontramos a Brugs, uma Witbier, estilo diferente de cerveja de trigo. Levamos pra casa, gelamos e botamos a prova.

Bem gostosinha! Muito parecida com a Hoegaarden mas, particularmente, consideramos um centímetro mais gostosinha! 😉 Leve, aquele douradinho meio turvo básico por conta da não filtragem, 4,8% de teor alcoólico e bom aroma tornam esta cerveja belga do grupo da Heineken uma bela experiência.

A diferença é que compramos uma garrafa de 250 ml por 10 reais. E isso na promoção! Ou seja: bonitinha, mas meio cara! Leve-a apenas se for rico um entusiasta como nós que estamos na nossa “jornada Pokémon” de provar todas as cervejas possíveis no mundo! Não sendo, gaste seu rico dinheirinho em qualquer coisa melhor que já falamos por aqui.

Artigos e sites relacionados:

Mais informações no Brejas aqui.

Link para comprar no Dream Beer aqui.

Fica a dica!

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Cervejas do meu mundo afora: Aecht Schlenkerla Rauchbier Weizen

Voltando a tradição de falar sobre cervejas às sextas-feiras. Back in black para contar nossa experiência cervejeira com uma breja “defumada”. Daí você pensa: “Tipo frango, salsicha e mortadela?” Sim, isso mesmo.

Nós provamos uma cerveja de trigo feita com maltes defumados. As características do trigo estavam a lá, mas o que nós imaginamos ser apenas um conceito ou nome, era real e tinha gosto real de coisa defumada. Bem, a cerveja é muito boa e possui um gosto muito peculiar. Para quem gosta de sabores extravagantes, vale a experiência. A cervejaria Brauerei Heller-Trum é a mais tradicional da Alemanha em produzir esse tipo, Rauchbier.

Olha que rótulo bonito:

Aventure-se e nos conte o que achou. Foi uma nova e interessante experiência para nós!

OBS: Enquanto isso, a velha e boa Paulaner não sai do topo da nossa lista de preferência. 😉

Artigos e sites relacionados:

Site com as cervejas da Brauerei Heller-Trum aqui.

Descrição do Brejas desta fumacinha aqui.

Matéria do site da Veja Rio sobre cervejas defumadas aqui.

Fica a dica!