0

Sobre a nova lei de guarda compartilhada

Antes de tudo quero dizer que tô feliz pra caraleooooo com essa nova lei! \o/ \o/ \o/

#assinalogoDilma

Embora essa decisão tenha chegado pra nós antes da lei (graças a Deus), fico feliz pelos pais e filhos que terão seu direito de convivência assegurado. Será um belo golpe na alienação parental sofrida por muitos e sobre a qual já falamos aqui.

Os comentários na internet vão de pessoas comemorando como eu á pessoas (muitas mães) invocando o direito materno sagrado (Oi?) de ter o filho só pra ela por ter gerado, parido, amamentado e qualquer outro absurdo que se possa tentar usar como argumento. Chega a ser muito ridículo, mas as pessoas se sentem no direito de negar ao filho o direito de convivência sadia com o pai (como boa parte dos casos). Já que não se comporta como gente, é preciso vir a justiça e intervir a favor do direito igualitário dos pais e sobretudo das crianças em conviver com as famílias de forma sadia independente de como terminou a relação do ex casal.

guardacompartilhada2

A nova lei prevê divisão de tempo com a criança entre os pais, o que não quer dizer necessariamente que haverá alternância de casas, isso depende também da logística (embora eu acredite que seja o mais justo quando possível) e outros ajustes e detalhes de cada situação. O fato é que com essa nova visão sobre o tema, pais e filhos ganham direito de convivência maior e isso é fantástico.

guardacompartilhada

E gente, existem sim pais que não estão nem aí para os filhos e os largam na mão das mães, mas existem mães com esse mesmo comportamento, então vamos parar o mimimi. Essa lei garante o direito de quem quer exercer seu poder parental.

Também não venham com discursos do tipo:

“Mãe é sagrada”

“É a mãe quem gera, amamenta e bla bla bla”

“Filho tem que ficar com a mãe”

Ficamos combinados? Nada dessa baboseira, ok? Então, beleza!

Aos pais que sofrem alienação parental, desejo que exerçam seus direitos e deveres com unhas e dentes. Seus filhos serão eternamente gratos e mais felizes com isso.

Parabéns a todos que sempre lutaram por esses direitos e agora podem ver os frutos. Um abraço também aos pais e filhos que tiveram seus direitos roubados. Nada pode reparar o que foi tirado de vocês e fico triste por isso. Espero que tenham encontrado ou ainda encontrem uma forma de viver em família e desfrutar da companhia uns dos outros.

Mães, vocês não são a última coca-cola do deserto. Fim.

Alienação Parental é crime, é crueldade e vai dar merda pra você que pratica. 😉

Pelo menos, em alguns momentos, esses políticos ainda fazem algo que presta pra essa sociedade. Ainda não é o suficiente, mas seguimos na luta para que a igualdade venha para todos em todos os aspectos da nossa sociedade

E um beijinho no ombro para as pessoas recaldadas e mal resolvidas de plantão! :*

valescabeijinhonoombro

Imagens: Revista Quem e Blog Quadrangular

PS: Saiba mais sobre a lei aqui.

Fica a dica!

1

O que é Alienação Parental e como enfrentá-la

É, meus caros, o que não falta na vida das madrastas é desafio. Se por um lado existe um dia para comemorar a existência dessa figura familiar, afeto e entendimento entre madrastas e enteados. Por outro, há o desafio de dar suporte emocional ao marido e aos enteados em casos dessa natureza. Mas vamos esclarecer esse assunto.

O que é a Síndrome de Alienação Parental ou SAP?

“Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner [3] em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.

Os casos mais frequentes desta síndrome estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro. “

OBS: Texto retirado do site Síndrome de Alienação Parental.

Por experiência, podemos dizer que alienação parental é uma das formas mais cruéis de agir com uma criança. A coisa tomou proporções tão grandes que, de uns anos pra cá, foi aprovada uma lei de combate à prática. Veja aqui.

Alienação pode ser cometida por pai ou mãe, mas o número de mães alienadoras ainda parece maior que o contrário. Isso deve-se muito ao fato de tradicionalmente as mães ficarem com a guarda dos filhos após o término do relacionamento, principalmente se o ex-casal nunca dividiu o mesmo teto.

Se você é madrasta e percebe que seu marido e enteado são vítimas dessa prática, algumas dicas podem te ajudar:

1 – Situações:

1.1 – Seu marido separou-se da ex e decidiram não legalizar o pagamento de pensão alimentícia pois, segundos eles, não precisa envolver a justiça no assunto?

…CUIDADO! Muitas mulheres mal intencionadas usam isso em juízo após algum tempo pra dizer que o pai nunca pagou pensão.

Pode acontecer também da mãe da criança estar ressentida com o ex de alguma forma e passar a recusar o dinheiro da pensão por achar que pode condicionar a convivência entre pai e filho ao provimento do sustento. NÃO, ela não pode fazer isso.

1.2 – Seu marido não tem o tempo de convivência regulamentado por um juiz pelo mesmo motivo citado no caso acima e volta e meia a ex decide que ele não vai ver o filho?

…Avise-o de que está sendo vítima de alienação parental. A criança tem direito a convivência sadia e sem interferência com ambos os genitores.

1.3 – Seu enteado, de uma hora para outra, passou a rejeitar a convivência com o pai, você e demais membros da família?

…Observe! Se outros sinais de alienação já foram detectados, este pode pode indicar mais um deles.

2 – Coisas que mães alienadoras costumam fazer:

2.1 – Evitar a todo custo que a convivência e o sustento da criança sejam regularizados em juízo:

Este tipo de prática dá a sensação de controle sobre a situação. O alienador acha que pode decidir quando e como será a convivência entre a criança e o outro genitor.

2.2 – Criam na criança a falsa impressão de que ela depende somente da mãe para ser cuidada e amparada:

Algumas mães chegam a dizer que só estará tudo bem se a criança estiver com ela em casa.

2.3 – Gerar culpa na criança:

Mães alienadoras também podem estar dizendo aos filhos que se eles estiverem felizes na companhia do pai e de sua família, caracteriza uma traição da criança com a mãe.

2.4 – Inventar falsas lembranças:

Dizer que o pai e sua família são pessoas ruins, que fazem mal a criança e que são perigosas criam nela uma sensação de medo e insegurança na companhia do pai.

2.5 – Omitir e mentir sobre fatos importantes da vida da criança como: informações médicas e escolares.

3 – O que fazer:

Acabou o relacionamento? Existem filhos? Então vamos regulamentar tudo!

Lembre-se de que regulamentar em juízo não é brigar. Trata-se de defender e garantir direito e deveres de ambos os pais e principalmente o melhor interesse da criança.

Se a mãe recusa-se a regulamentar, não é preciso esperar por ela. O pai pode dar os primeiros passos:

3.1 – Através de um advogado particular ou defensor público, dê entrada na regulamentação de visitas e oferecimento de alimentos. Peça tutela antecipada com pernoite. Se concedido, isso quer dizer que antes do fim do processo a criança poderá passar ao menos finais de semana alternados na companhia do pai, independente do que a mãe quer.

3.2 – Tenha em sua casa um quarto ou espaço destinado a receber a criança nos períodos de convivência, com uma cama, roupas e brinquedos. Fotografe tudo e guarde para o caso de precisar usar, pois algumas mães alegam que não deixam seus filhos ficarem com o pai porquê não há espaço adequado para a criança.

3.3 – Durante os finais de semana em que estiver com a criança, fotografe os passeios e os momentos em família. Pode parecer bizarro, mas tem mães que inventam que as crianças não gostam de ficar com os pais e elas “apenas” respeitam isso e não permitem que eles fiquem de fato com o pai.

3.4 – Procure a escola da criança, informe a situação e peça que que você seja informado sobre o seu desenvolvimento escolar. A escola tem obrigação de te manter informado sobre o seu filho. Se tiver oportunidade vá também a consultas médicas periódicas para inteirar-se da saúde da criança e tenha com você uma cópia atualizada da carteira de vacinação.

4 – Como ajudar a criança a lidar com a situação:

4.1 – Compre e leia com ela o livro Tenho duas casas, que ajuda a explicar às crianças de forma lúdica os modelos de família. Aqui contamos nossa experiência íntima com esta leitura.

4.2 – Nunca fale mal da mãe. Isso é muito importante pois do outro lado estará uma pessoa amargurada e cruel tendo este comportamento a seu respeito e pode acreditar, a criança estará muito triste com isso. Não reforce essa maldade repetindo o comportamento do alienador. Sempre diga a verdade respeitando a faixa etária e compreensão intelectual da criança. Mesmo que a mãe esteja sendo uma bruxa, você não precisa e não deve fragilizar ainda mais a criança entrando nesse jogo.

Imagem sobre o que NÃO se deve fazer.

4.3 – A casa de vocês não é casa da mãe joana onde pode-se fazer tudo. Eduque, é necessário. Mas permita sempre que a criança desfrute de momentos de lazer e felicidade ao lado de vocês. Façam alguma receita juntos, envolva a criança na rotina da casa, ela se sentirá amada e acolhida, coisa que estará precisando muito nesse momento.

5 – Como lidar com a ex:

5.1 – Madrastas

5.1.1- Não aceite provocações. Se nunca se falaram, não vai ser agora que o caldo entornou que é o melhor momento para começar. Limite-se a acompanhar seu marido quando ele for buscar ou levar o filho, se você estiver a vontade com isso, é claro.

5.1.2 – Não intervenha na conversa dos pais. O que precisar falar ao seu marido, fale em particular.

5.1.3 – Aconselhe, mas não jogue lenha na fogueira. As coisas, às vezes, já estão tensas demais. Ajude a resolver no lugar de complicar.

5.2 – Pais

5.2.1 – Não aceite chantagens da ex.

5.2.2 – Não, ela não pode te proibir de ver seu filho se você tiver uma namorada ou tiver se casado.

5.2.3 – Não, ela não pode determinar os locais e programas que você fará com o seu filho.

5.2.4 – Ela não pode recusar a pensão para condicionar a convivência entre você e seu filho.

5.2.5 – Se estiver ciente da alienação parental, deixe claro a ela que sabe o que ela está fazendo e que não vai aceitar que isso aconteça;

5.2.6  – Não se envolva em barracos, principalmente na frente do seu filho. Mesmo que seja difícil (e nós sabemos que é). Mantenha a maturidade, controle a raiva e vá embora se a ex começar o escândalo.

5.2.7 – Estabeleça comunicação por e-mail. É uma forma de ter tudo documentado. Muitas mães falam e fazem coisas que depois negam pelo simples fato de ser a palavra do pai contra a da mãe. Esteja preparado para isso;

5.2.8 – Seja forte e nunca desista do seu filho. Mesmo que tudo esteja nebuloso, mesmo que as injustiças estejam acabando com as suas esperanças e forças. Lute pelo seu filho, ele precisa de você, principalmente, neste momento.

Considerações finais

A alienação parental é muito difícil de compreender por quem não a enfrenta e muitas vezes só acompanha de fora. As pessoas acham que o pai briga por nada, que deveria “deixar pra lá”, deixar que a criança cresça e “veja a verdade”, mesmo que isso signifique a morte do convívio e do vínculo. Não dê ouvidos a isso, siga em frente.

Muitas pessoas próximas perguntam sobre o andamento de situações como esta, não por curiosidade mórbida, mas porque são pessoas que gostam de vocês. O problema acontece quando você informa, divide com outro a situação e ouve frases como as que citamos acima. Se isso acontecer com vocês constantemente, reservem-se. Guardem as energias para o caminho que vocês tem a frente. Vocês não precisam convencer ninguém de nada. Escolha somente as batalhas importantes para resolver o problema, todo o resto pode esperar.

Por aqui esfarelou-se a paciência em manter as pessoas informadas e ouvir coisas desse tipo. Hoje digo apenas que está tudo bem. Mesmo que não esteja, pois já é cansativo demais lidar com a alienação parental e torna-se ainda pior quando as pessoas insistem em minimizar um problema que não tem nada de pequeno. Só quem sabe o que vocês enfrentam de fato são vocês. Se as pessoas insistem em não entender e ainda questionam, diga que está tudo bem e mude o assunto. A vontade de mandar a muitos lugares feios é grande, eu sei, de dar uma voadora também (risos), mas não vale a pena.

Madrastas, apoiem seus maridos e enteados se estiverem nesse momento difícil. Você também é vítima desse problema, eu sei, mas seja forte por você e pela sua família. Devido a tanto problema e fragilidade pode ser difícil para seu marido ver saídas e soluções com clareza. Tente ser a pessoa que vai olhar a situação com calma e tentar indicar o melhor caminho. Às vezes basta uma palavra de consolo, uma ajuda em uma busca de informação ou mesmo um sacolejão quando for necessário. É um grande desafio para todos na família, mas é possível. Juntos, vocês são mais fortes!

Não somos experts no assunto, muito menos advogados, falamos baseados nas nossas experiências no tema que parecem longe de acabar. Procurem ajuda, pois existem muitas famílias vivendo o mesmo que vocês. Se sentiu falta de algum ponto que não citamos, pergunte nos comentários. Se estivermos a par, responderemos.

Fica a dica!

0

Para ser uma Madrasta tipo “Pinguim de Madagascar”

Você é uma madrasta estressada com tudo que considera errado na vida dos seus enteados e na forma como seu marido e a mamis das crianças os educam (ou não educam)?

Então pega lá um café e vamos falar sobre isso pra você ficar com a cuca fresca.

Você já falou com seu marido sobre educação, alimentação, higiene, hora de dormir e afins, a respeito do seu enteado e o bonitão continua achando que é tudo exagero seu, que você não entende porque não tem filhos e diz coisas como “‘tadinha da criança”?

Então chegou a hora de você ligar o mágico botão do “foda-se”!

Gastaram o Calvin e Haroldo com esse palavreado! Mas que ilustra bem o sentimento, ilustra!

Pergunta: Enteado não escova direito ou nem escova os dente?

Resposta: O problema é dele e dos pais dele. Se você já deu sua contribuição e tudo continua na mesma, não se preocupe, quem terá cáries não será você (ou seu filho (a), se você já tiver)! 🙂

Outra: Seu enteado não toma banho? Eca…

…Mas o problema é dele e dos pais. E se alguém da família do marido comentar que o fulaninho tá fedendo, lembre-se de dizer que o papi e mami da criança é que não se importam com isso.

Mais uma: Seu enteado é daquelas crianças que só comem porcaria e correm sério risco de ficarem obesas e com problemas sérios de saúde?

R: Bem, os responsáveis legais por ele são os pais, então deixe que eles decidam o que a criança vai comer, se vai comer ou fazer fotossíntese. Não é problema seu.

Ou seja: Sorria e acene. 😉

Apenas sorria e acene!

Quando gostamos de alguém, naturalmente nos importamos com essas pessoas, mas se em um caso como esses as pessoas não te ouvem e não acham importantes essas coisas, lave as mãos e vá cuidar do que realmente importa. Seus cabelos não podem embranquecer por algo que você não controla. 😉

Fica a dica!

0

Quando a Madrasta se desconecta: Motivos e o que fazer quando acontece

Existe um momento pelo qual algumas madrastas passam  que chamo de desconexão. A palavra já diz tudo. Isso acontece quando a madrasta se mantém afastadas dos assuntos ligados aos enteados e das coisas que os cercam.

Existem muito motivos que levam a essa fase, pois as madrastas vivem situações muito delicadas no trato com os filhos alheios. Para exemplificar vou citar alguns motivos clássicos:

1 – Alienação parental

Sim, a madrasta também sofre com isso, pois se a mãe da criança pratica toda a família do pai acaba envolvida de alguma forma e como a madrasta é quem está ao lado do pai sempre, acaba sendo “respingada” pela prática. A coisa piora quando os ataques e mentiras contados pela mãe são direcionados a madrasta.

2 – Pai que não educa

Pode ser pela criação diferente, porque o pai sente pena e culpa por não morar com o filho ou simplesmente porque tem preguiça de educar. Seja qual for o motivo, o pai que não educa seu filho acaba gerando muitos problemas, pois grande parte das madrastas que conheço reclama disso. O pai que não dá limites, não ensina a respeitar e nem mesmo dá a educação básica. E convenhamos, conviver com um ser humano mal educado é uó, se não é seu filho, então, fudeu. E não por implicância. Como não é filho da madrasta, ela fica muito limitada na hora de educar ou ajudar na educação dos enteados. Então se o pai não faz e a madrasta acha um absurdo, está gerado o problema.

3 – Criança que rejeita a madrasta

A maioria das vezes que isso acontece é porque o problema começou com o primeiro tópico que citei. Se a madrasta tenta educar e a criança não recebe educação dos pais, isso também pode fazer com que seja mal interpretada pelo enteado e taxada de chata.

Esses são alguns dos motivos mais comuns e que, depois de um tempo, fazem com que a própria madrasta não se interesse mais por nada que cerca a vida dos enteados. Não que os queira mal, mas já está cansada de dar murro em ponta de faca.

Se você é madrasta e isso está acontecendo com você saiba que você não é má, não é louca e provavelmente não deixou de amar seu marido e enteado (s), você pode simplesmente estar cansada e é perfeitamente normal devido as circunstâncias. Tente reconectar-se com o cuidado com o enteado. Não precisa assumir nada que não queira. Programe passeios ou até mesmo faça alguma coisa só você e a criança/adolescente. Com calma mesmo e sem se cobrar muito.

Com calma, paciência e amor, dá certo! 🙂

Se você é o marido/pai, entenda a madrasta. Leia os itens acima, analise como tem sido as coisas na rotina de vocês. Coloque-se no lugar da madrasta (e não contra ela) e tente também restabelecer essa ligação. Você é parte fundamental nisso.

Sempre recomendo uma conversa franca e respeitosa de ambas as partes como forma de solucionar problemas. Serve no relacionamento como casal e para casos assim também.

Fica a dica!

6

Tipos de madrasta

Carol: Pessoas, não entrem em pânico. Isso aqui não deve virar um blog de mimimi de madrastas, mas estamos levando em consideração um grande número de interessados pelos posts do dia da madrasta (que, por sinal, é só em Setembro!). Isso aconteceu muito perto do dia das mães e vem rendendo até agora, então acho que algumas madrastinhas estão por aqui e já que sou a representante da classe neste blog vou falar de algumas coisinhas e dar as dicas sobres os temas com os quais já tive experiência.

Como o título já sugere, vou falar de alguns tipos de madrastas que classifiquei ao longo desses quase cinco anos:

Evil Queen  ou Madrasta da Branca de Neve – Aquela que é má por ser má.  Esse grupo não é composto apenas por madrastas, deixemos a hipocrisia de lado e vamos assumir o fato de que mães e pais biológicos podem ser os maiores vilões na vida de seus filhos. Então termo destina-se a todos que tem comportamentos assim.

Madrasta ciumenta – É a madrasta que tem ciúme da criança. Gente, qual é a razão nesse mundo pra competir com crianças? Se o problema é o fato do seu marido/namorado/noivo ter um filho da relação passada, você tem duas opções: Supere isso ou saia já dessa vida de madrasta por que isso te fará infeliz, além das outras pessoas envolvidas.

Madrasta bem intencionada – Se você não se identificou com os tipo descritos acima, ufa, você está num ótimo caminho pra ter uma vida “madrastal” de paz. Acontece que a boa intenção tem lados bons e ruins. O bom é que você é disposta a ajudar, a participar da vida da criança na parte que lhe compete e isso torna as coisas mais fáceis. A parte ruim é que isso pode ser mal interpretado por quem está de fora ou pode em muitos casos ser desconsiderado pelo seu marido e o(a) filho(a) dele e isso pode magoar muito a madrasta. Neste caso avalie qual é o seu nível de comprometimento e o nível de aceitação e gratidão dos envolvidos e faça até onde é confortável pra você. Eu sei que fazendo o bem a pessoas tão próximas é inevitável a espera de reconhecimento, mas isso é de cada um e pode rolar ou não.

Madrasta equilibrada – Tá bom, equilíbrio é difícil em qualquer área da nossa vida, mas Deus e nós madrastas sabemos o quanto a dificuldade aumenta nessa nossa rotina.

Mas vamos lá, há esperança! Vou dar as dicas que tento seguir:

– Não se incomode com o que não merece;

– Crianças são crianças, e sim, elas são chatas. Todas nós já fomos chatas assim, nossos filhos são/serão chatos e isso faz parte… Se seus enteados são adolescentes e são chatos é praticamente uma redundância, por que vamos combinar, adolescentes podem ser um pé no saco. Não leve pro lado pessoal, eles são chatos com todo mundo; 😉

– Preocupe-se com a opinião de quem mais importa nessas situações, que na minha opinião é a do marido/noivo/namorado. Se seus sogros, cunhados e outros agregados da história tem x ou y impressão de você como madrasta, busque saber o que seu companheiro acha e não se importe muito com os outros pois… “os outros são somente os outros” e esses outros ~ poker face pra eles ~ é que são o inferno em muitos casos;

– Madrasta esperta não briga por tudo. Como uma amiga sempre diz: “Não bata palma pra louco dançar”. Em muitos casos sorria e acene no melhor estilo pinguim de Madagascar!

Bem, acho que a vida é mais fácil quando tentamos levá-la com mais suavidade, quando se trata de ser madrasta então… Aí é que tem ser zen mesmo. Mas ó, zen não quer dizer otária, tá?! 😉

Divagaremos mais sobre este e outros assuntos. Sintam-se a vontade pra comentar e dizer o que funciona ou não pra vocês.

Beijos, suas lindas!

Imagem daqui

Fica a dica!