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Cervejas do meu mundo afora: St. Gallen Pepper Ale – O chopp apimentado de inverno!

Durante uma visita rápida a Teresópolis pós-Bauernfest deste ano, estivemos na St. Gallen, lugar que gostamos tanto na nossa primeira estadia na cidade!

Infelizmente, a visita deste dia foi atrapalhada, diferente das nossas experiências anteriores. Uma pena. Provamos um pato com batata rosti, estava bem gostoso, mas demorou uma vida pra chegar a mesa! E ainda veio frio da primeira vez! ¬______¬

Enquanto esperávamos o garçom matar o pato, depenar, trazer pro restaurante e aí então cozinhar trazer nossa comida, pegamos a famosa bota, com a cerveja  de trigo deles! Muito maneira e tranquila de beber! 😀

1 litro de puro estilo alemão!

Mais de DUAS HORAS DEPOIS, eis que, finalmente, chegou nosso almoço:

Tava bonito, cheiroso e gostoso, mas demorou muito e o atendimento foi meio enrolado dessa vez, infelizmente…

Mas nem tudo foi estresse e conseguimos provar o chopp de inverno St. Gallen Pepper Ale, que contém pimenta, como já sugere o nome. A bebida é muito boa e o sabor apimentado é bem evidente, mas é muito bom ao paladar. A ideia era criar um chope que esquentasse os dias frios de inverno na serra e conseguiram. Os menos acostumados podem sentir rapidamente os efeitos dos 7% de teor alcoólico, mas nada alarmante. Basta seguir o roteiro e não misturar direção e álcool. 😉

Para aquecer a garganta e os nossos corações! S2

Para aquecer a garganta e os nossos corações! S2

Os preços atuais são:

Copo 200 ml – R$ 9 / Copo 400 ml – R$ 15 / Bota 1L – R$ 35

De sobremesa, para complementar a experiência, ainda provamos dois ótimos sorvetes de cerveja, fruto da parceria da cervejaria com a Sorvete Brasil:

Sabores Imperial Stout e Rubine – O primeiro, um pouco amargo como o estilo e o segundo com um toque delicinha de ruiva!

Se for a Teresópolis neste inverno, não deixe de apreciar estas iguarias cervejeiras! 🙂

OBS: E se puder, conheça também o excelente Chopp Daserra!

Fica a dica!

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Cervejarias argentinas: Antares

Ainda falando sobre o dia em que fomos dar um rolé na Recoleta… Antes de parar no Buller, já sabíamos de outro bar/cervejaria em Palermo. Depois de deixar o local seguimos explorando as ruas da capital portenha até encontrar o Antares para finalizar nosso dia de descobertas cervejeiras!

Dominado por um clima de pub, com música bem legal rolando e uma régua de degustação (chamada pelos hermanos de sampler, termo chupado dos brewers ingleses) invejável, num copo maior que o comum (agora não lembro quantos ml) e com 10 cervejas!

Todas são muito boas, mas a Scotch, a Cream Stout, a Barley Wine e a Honey Beer são demais!

Sendo uma delas rotativa, sempre com misturas ou inovações a serem experimentadas. Por conta da copa, a cerveza de pizzarrón (lousa, quadro negro) da vez era o que eles chamaram de “Unidos Pale”, uma IPA com um toque de guaraná. E, acredite, ficou bem gostosinha! 😀

A salsinha deu um gostinho todo especial para o Nachos!

Enfim, o Antares nos ofereceu uma ótima experiência. O atendimento, a comida (apimentada), o ambiente e principalmente a cerveja, foram muito bons.

Ficou um pouco escura, mas dá pra ter uma noção do ambiente, bem legal e aconchegante. 🙂

Antes de saber da existência do bar, tínhamos passado no Carrefour e visto as cervejas Antares, e na frustração de não poder levar tudo ao mesmo tempo compramos a Honey Ale e a Barley Wine,  que uns dias depois degustamos no hotel e no caminho para o aeroporto de volta ao Brasil.

Uma das duas que compramos pra provar, bem gostosinha e fácil de beber!

Não há como não deixar de te recomendar que conheça este local. Além de Palermo, há uma boa lista de bares da marca em outros locais que você pode conferir no site deles. Agora, faltou provarmos as outras engarrafadas e fazermos o tour cervejeiro na fábrica em Mar del Plata. Fica pra próxima viagem! 😉

Fica a dica!

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Dicas de viagem: (Algumas das) Cervejas de Buenos Aires, Argentina

É de conhecimento de vocês o quanto gostamos de cerveja. Sempre que vamos viajar damos aquela procurada para saber como é o cenário cervejeiro do local e até agora tivemos boas surpresas. Em Buenos Aires não foi diferente. Fomos dispostos a conhecer uma espécie de rodízio de cerveja que acompanhava todo um jantar com a ingredientes relacionados (mas esse é assunto para um post exclusivo) e nada mais além disso, pois com a correria do casamento não chegamos a fazer uma pesquisa vasta sobre o tema.

Patagônia Weisse – Cerveja de trigo com respeito!

A surpresa foi muito boa. Já na feira de San Telmo (nossa primeira parada) encontramos um mini mercado com uma boa variedade de cervejas e muitos tipos da nossa já conhecida Quilmes, que aqui infelizmente só vemos a Cristal, que é a mais comum.

Imperial Scotch Ale – Tem um “quê” de whiskey por conta do estilo, bem gostosinha!

Outro bônus foi ver que a maioria dos rótulos que encontramos eram vendidos em garrafa de 1L retornável. Fizemos o investimento inicial de cinco pesos argentinos e compramos a garrafa, depois era só comprar as cervejas e ser feliz. Encontramos tanta cerveja diferente das que temos aqui que não deu tempo de experimentar todas, mas nos esforçamos bastante. Por isso fica difícil fazer um post específico para cada cerveja degustada, então decidimos fazer um apanhadão com algumas que provamos.

Stella Artois Noire – Uma Stella escura! Nada de mais, mas melhor do que qualquer malzbier do Brasil!

Também conhecemos algumas cervejarias e locais que vendiam cerveja própria e para estes faremos posts especiais. Aguardem! 😉

Nós sabemos que vinho é o grande lance dos argentinos, mas o nosso é a cerveja e nesse quesito os hermanos não nos decepcionaram. Precisaremos voltar para provar todas as outras que faltaram. Nossa dica é para que você que curte cerveja como nós, vá disposto a beber e entre nos mercadinhos que encontrar pela rua, sempre tem coisa nova. Além dos pequenos mercados, a rede Carrefour também tem uma boa variedade de cervejas. Até um mercado local chamado Dia tem uma cerveja própria.

Dia – Uma lager comum, do dia-a-dia! 😉

Os preços também foram bem convidativos, já que na conversão de dólar ou real para peso, saia um preço bem em conta por cada litro de cerveja.

Quilmes Night 6.9 – bem gostosinha, a garrafa foi feita pra brilhar na balada, muito maneira!

Descobrimos que assim como em muitos outros aspectos, o Brasil está atrasado no cenário cervejeiro e não é por falta de bons rótulos e produtores, que aqui temos muitos e muito bons, mas pela falta de incentivo. Principalmente o incentivo fiscal que torna a produção de cerveja artesanal tão cara e difícil de ser disseminada. :/

Bom, pra finalizar, mais algumas:

Corona – Até a cerveja mais básica mexicana dá de 10 a 0 em qualquer pilsen brasileira!

Imperial Amber Lager – Ótima, uma ruiva de respeito!

Quilmes Bock – Não é a melhor no estilo mas, de novo, melhor do que qualquer brasileira básica.

Isenbeck – Boa pilsen, representa bem o estilo!

Quilmes Stout – Cerveja escura da Quilmes, boazinha. E só.

Schneider – Lager que ganhamos num pedido de empanadas! Para experimentar, está valendo!

Se for a Buenos Aires, não vai faltar opção de cerveja boa! 😉

Mermão, é um mundo de cervejas argentinas! O_O

Fica a dica!