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Dica de cinema: Lucy

Finalmente fomos ver o filme Lucy! A curiosidade estava bem grande após a liberação do trailer oficial. 🙂

Nomes como Scarlett Johansson e Morgan Freeman no elenco também pesam bastante. Dirigido por Luc Besson e ambientado na China e França, Lucy é um filme que mistura ficção científica e ação em uma trama que se desenrolar rápido em seus 91 minutos: O que aconteceria ao ser humano se ele desenvolvesse 100% da sua capacidade cerebral?

Scarlett Johansson como Lucy com cara de mal fodona!

O desenrolar é bem legal, conforme a porcentagem vai aumentando, novos poderes e acessos a áreas desconhecidas acontecem por parte da personagem. Muitos estudos já desmentiram essa questão do ser humano usar apenas 10% do cérebro, mas continua sendo um ótimo exercício de ficção.

Um filme fácil de ver, com dezenas de referências científicas interessantes. Um ótimo programa para uma segunda-feira (que foi quando vimos), por já começar a semana com um programa legal e pelo fato do cinema ser mais barato nesse dia. 😉

Filme de Luc Besson é difícil não se empolgar pra ver!

E sem soltar spoiler, mas comentando: Vá com a mente aberta, pois o filme dá uma viajada LEGAL! O final, então, nem se fala! XD

E, diferente do que o trailer pode transmitir, ele não é ação do início ao fim, mas curtimos bastante! A atriz principal é foda e o Morgan Freeman é o narrador que qualquer cineasta/documentarista pediu a DEUS!

Procure uma sala de cinema e vá curtir este bom filme!

Fica a dica!

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Batman: O fim de uma era de maneira épica! [Dica sem Spoiler]

Ressurja!

Esta é a palavra que ecoa consciente e inconscientemente durante o filme, enquanto acompanhamos os passos de um Bruce Wayne debilitado e indiferente ao mundo que o cerca, até o momento que o homem morcego precisa sair das sombras e defender sua cidade.

Em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, Christopher Nolan nos brinda com um filme épico. Ação, tensão, emoção, cada um desses elementos entrando em cena de forma foda e surpreendente. Tudo que você espera estará lá. Desde a trilha sonora primorosa passando por uma Gotham mais crível ainda do que nos outros filmes, um “morcego” Tumbler voador fodasso com cenas aéreas dignas de um herói e até personagens que, por um segundo, achamos que não iam aparecer, aparecem.

Claro, depois do Coringa de Heath Ledger, dificilmente veríamos algo mais foda do que isso. Mas o Bane de Tom Hardy cumpre bem seu papel, apesar da máscara impedir um pouco as expressões faciais do ator, mas achamos legal se você pensar que tornou o vilão mais frio e sem compaixão ainda.

Anne Hathaway é uma atriz foda. Sem discussões, a gatuna mais completa dos cinemas, apesar de um background muito pouco explorado. A Michelle Pfeiffer é a mais sensual e a Halle Berry é a única com um filme só pra ela (foi a única coisa boa que conseguir puxar, porque, de resto…). Mermão, mais fãs dela ainda a cada filme que passa.

Joseph Gordon-Levitt também é um atorzão e vem se consolidando no meio Hollywoodiano. Este filme foi só mais um passo pra sua maturidade, pois em A Origem já podemos ver isso.

Michael Cane como Alfred (melhor cena dramática do filme) e Morgan Freeman como Lucius Fox (ótimo); Gary Oldman mais parecido ainda com o Comissário Gordon, agora mais velho e perto do que conhecemos. Todos os atores e atrizes dispensam comentários e, consagrados ou não, cumprem perfeitamente cada papel, exceto pela última cena em que “Miranda Tate” (Marion Cotillard) aparece que podia ter sido um pouquinho mais bem feita. Quem ver, vai perceber! Fora essa em específico, todos estão de parabéns e mais do que merecem o cachê e o orgulho que ganharam com esta obra.

Salientamos também apenas mais um defeito visível (e risível) no filme: Após a fuga da prisão Blackgate (sem spoilers, isso aparece no trailer do filme), tem uma cena em que os policiais correm em direção aos prisioneiros para brigar, em contrapartida, eles começam a atirar contra os fardados. No que deveria ser um fuzilamento, acontece o bizarro: Ninguém acerta UM policial! Batem váaaarios tiros no chão, mas ridiculamente mal feitos, porque IMPOSSÍVEL os caras errarem daquela distância (a não ser que eles fossem os aliens de O Guia do Mochileiro das Galáxias)! Era pra cair uns 20 policiais, no mínimo, mas caem dois alvejados quando um grupo chega MUITO perto do outro, aí, a briga de rua começa e segue a história!

Tipo, entendemos classificação de filme, cenas chocantes pra americanos e blá, blá, blá. Mas podia ter dado um jeito nessa cena, né, Chris? Sei lá, jogavam uma bomba de fumaça, alguém usava alguma coisa pra inutilizar as armas, sei lá. Mas TODOS os prisioneiros errarem daquela distância, pelo tempo que passaram atirando naquele corredorzinho de rua, foi mal feito demais! XD

Mas beleza, de 2h:44min, 20 segundos foram bizarros. Tá uma média boa pro filme! 😉

Continuando. Várias referências a arcos de histórias das HQs, mas o principal foi A Querda do Morcego! Quem conhece, saberá que ficou ótimo com os elementos que Nolan utilizou. Sem drama e sem personagens bizarros aparecendo.

O primeiro foi um filme do Batman. O segundo foi o Coringa todinho. Fato. O terceiro, analizando bem a fundo, foi um filme do Bruce Wayne. Apesar de muitos (e o próprio personagem, às vezes) sustentarem que Batman é a real personalidade e Bruce é apenas uma máscara, neste filme foi mostrado como o “Rises” deste título cabe perfeitamente para a criança que perdeu seus pais de forma trágica, cresceu, sofreu por muito tempo, criou um símbolo de esperança e seguiu em frente, doa a quem doer. Digamos apenas uma coisa: No fim da película, você fica com o coração na mão!

Enfim, o filme é tudo isso que estávamos esperando. Com atuações, direção e produção primorosas o homem morcego ganha vida novamente para nos mostrar o que deveria ter sido o Homem-Aranha 3 o fim de uma trilogia, uma história épica, uma era. Que venham as próximas adaptações de heróis da DC, pois para Superman, IN NOLAN WE TRUST (com uma ponta de fé no Zack Snyder)! 😉

Fica a dica!