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Descubra 10 lugares para encontrar cerveja artesanal no Rio!

Resolvemos listar para vocês os locais onde encontramos cervejas artesanais pelo Rio. Hoje em dia muitos mercados aderiram às cervejas especiais e mantém algumas prateleiras com diferentes rótulos, mas tem lugares onde você se perde tamanha a especialização no assunto. Anotem:

CADEG: Recentemente eleito Mercado Municipal da cidade do Rio, o CADEG se transformou num polo gastronômico e de consumo cervejeiro. Antes disso já existiam lojas especializadas em cervejas artesanais, mas depois da evolução o mercado cresceu e encareceu. Ainda vale a pena comprar cerveja no CADEG? Vale, mas tem que gastar perninha lá dentro e pesquisar.

Balkonn: Já falamos sobre esse lugar aqui no blog, é mesmo um mundo de cervejas! O local é uma distribuidora e você encontra preços atrativos, não de tudo, mas encontra. Já fizemos umas boas comprinhas por lá e vale a pena.

Antiga Mercearia e Bar: Só o fato de estar dentro da Cobal do Humaitá já te diz que o lugar não é muito baratinho. Mas enquanto tem gente pagando R$ 6 pratas num chopp Brahma no Nova América, você pode pagar R$ 6,50 ou R$ 7 em média, num chopp artesanal com qualidade. vale muito mais a pena. Você ainda encontra a carioca Fraga Weiss e a viva da Coruja, podendo levar pra casa em umas garrafinhas pra lá de especiais.

Pão de Açúcar: Até o momento nos atende bem nas compras cervejeiras. Como já estamos comprando cervejas artesanais há algum tempo, tá chegando um momento que não tem mais cerveja tão baratinha pra comprar, aí, é investir nos rótulos mais carinhos mesmo. Sabemos que este não é um hobby barato, mas vale muito a pena. Sempre tem coisa boa e em preço acessível por lá.

Zonal Sul: A variedade de cerveja depende da loja em que você está. Em geral, o Pão de Açúcar ganha em preço e variedade, mas não custa dar uma olhada. Já encontramos boas surpresas lá. É uma pena que só tem na Zona Sul da cidade (como o nome já sugere), mas tá valendo muito a pena comprar cerveja Paulaner gelada no Zona Sul perto da mureta da Urca. Bela vista, boa cerveja gelada e preço possível.

Farinha Pura: Tem ótima variedade para um mercado, mas o preço não é muito convidativo. Falamos baseados na filial da Cobal do Humaitá.

Mundial: Faz um tempo que não vamos lá. Mas já encontramos boas pechinchas.

Prezunic: Mesma coisa do Mundial. tem dia que tem, tem dia que não… Vamos torcendo para que aumente a oferta.

Guanabara: Faz muito tempo também que não vamos lá e bem no início dessa “popularização” de rótulos artesanais começamos a ver algumas cervejas discretas na prateleira. Se você faz compras no Guanabara e achou coisas boas e com bons preços, volta aqui pra contar. 😉

Supermarket: Vem aumentando a variedade de rótulos a cada dia, com preços atrativos e ainda vende Germânia com bom preço! Isso é amor garantido ❤

Enfim, não temos muitas cervejarias próprias por aqui, mas a variedade é grande a disponibilidade aumenta exponencialmente! Se tiver um lugar legal perto da sua casa, nos informe, pois sempre queremos conhecer lugares novos! 🙂

E, só pra ilustrar o post, umas boas dicas do Folha para servir direitinho as ditas cervejas especiais:

Ótimas dicas que todo bom cervejeiro deveria saber!

Fica a dica!

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Cervejas do meu mundo afora: Therezópolis Weiss

Já falamos algumas vezes de rótulos da cervejaria St. Gallen mas, recentemente, aconteceram algumas mudanças na produção.

Recebemos esta informação de forma informal (!): A cerveja St. Gallen Weissbier, embalada em garrafa tipo espumante, deixou de ser produzida. Enquanto isso, foi lançada a cerveja Therezópolis Weiss, que vem em uma garrafa de 600 ml.

Excelente cerveja brasileira de trigo!

Provamos a cerveja e chegamos à conclusão de que a mudança ficou apenas por conta da embalagem mesmo. 😛 A cerveja continua tão boa quanto antes. Para apreciadores desta ótima cervejaria ou deste estilo, pode degustar novamente que vale a pena.

Considere como rumor, pois não encontramos nota oficial sobre assunto mas, na dúvida, se você não comprou a cerveja em embalagem tipo espumante e quer guardar, corre porque vai que acaba? :O

Fica a dica!

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Uruguai: Um dia em Colônia del Sacramento

Após definir Buenos Aires como destino da nossa lua-de-mel, conversamos bastante com amigos que já tinham feito a mesma viagem e lemos bastante em blogs especializados sobre o local. Com isso, descobrindo que muitas pessoas que visitam a capital argentina acabam esticando para um dia em Colônia del Sacramento, uma charmosa cidade do Uruguai, separada de Buenos Aires pelo Rio da Prata.

Mapa em um dos prédios históricos!

Viajamos para a Argentina pensando que seria o máximo ir até lá, mas não tivemos certeza até checar os valores com a empresa de turismo chamada Seacat (foi o melhor orçamento entre as poucas que vimos) e comprovar que dava pra bancar o dia em Colônia. Compramos as passagens de ida e volta por mais ou menos 700 pesos argentinos por cada um e  com opção de sair bem cedinho de Buenos Aires (8h00) e voltar bem no fim do dia (20h00).

É preciso chegar ao terminal Buquebus com pelo menos duas horas de antecedência do horário de saída do barco. Isso é necessário por que temos que passar pelo serviço de imigração pois, mesmo o trajeto sendo curto, trata-se de uma viagem internacional. Assim como na Argentina, no Uruguai não há exigência de visto ou passaporte para brasileiros, porque todos fazemos parte do Mercosul.

Mas uma dica a parte que damos a vocês é: tire o passaporte. Nós sabemos que é um gasto a mais para quem vai viajar, mas vale mais apena. Tanto para entrar na Argentina quanto no Uruguai foi muito mais tranquilo por que tínhamos um documento reconhecido em ambos os países.

Mas voltando ao dia em Colônia, partimos um pouquinho depois das oito da manhã e levamos exatamente uma hora para chegar à cidade. O barco em que fomos era uma espécie de catamarã de luxo, bem legal. Na embarcação, além de TV, há uma lanchonete e um Duty Free. Nem precisa dizer que passamos um tempinho muambando por lá, né? 😉

Consumo sem taxas, super curtimos!

Chegando em Colônia, desembarcamos e o terminal parece um mini aeroporto, com lojinhas, um centro de informação (que estava vazio e sem mapas da cidade), serviço de câmbio e venda de pacotes de passeio pela cidade. Tiramos umas fotos de uns mapas na parede e saímos. Para nossa sorte logo na saída decidimos entrar em uma espécie de centro cultural e lá tinham mapas da cidade e até vimos uma apresentação multimídia da história do Uruguai, por módicos R$ 6 por pessoa.

Com mapa na mão, era hora de explorar a cidade, que antes de ser colônia espanhola, foi portuguesa e ficou numa briga durante algum tempo até que finalmente a Espanha dominou.

Tudo muito bonito, com um clima calmo de cidade pequena.

As ruas e as casas são lindas, um ar bucólico de cidade pequena que encantou. Um cão de rua nos acompanhou durante algum tempo, depois ele encontrou amigos cães e foi brincar.

Aqui, abrimos uma lista rápida de coisas que observamos:

1 – Os cães de rua de lá são lindos e enormes. Uma particularidade é que todos eles tem pelos compridos independente da raça. Achamos que é por causa do frio absurdo;

2 – Os motoristas da cidade são muito educados. Tanto que não há sinal de trânsito nem nos cruzamentos;

3 – Até o momento, o câmbio é muito favorável para quem leva real e dólar.

Voltando: Visitamos os principais pontos turísticos da cidade, fizemos muitas fotos, comprinhas e achamos um restaurante pra comer um bom churrasco uruguaio, que não nos decepcionou. A grata surpresa do restaurante foram as cervejas do cardápio e elas ganharão um post a parte.

Depois do almoço, mais andança e mais fotos, pausa para um sorverte (mesmo com o frio), conhecemos o shopping e um mercado (que também tinha muitas cervejas diferentes). Na volta ao centro da cidade um rapaz nos abordou para oferecer marijuana… achamos engraçado, mas recusamos educadamente, mesmo o rapaz insistindo e dizendo que lá é liberado. Sim, nós sabemos que é, mas além de nenhum de nós fumar, não compraríamos no meio da rua (que certamente não é uma prática legal).

Já era meio da tarde, ia ter jogo do Uruguai e nós voltávamos ao Centro Histórico para fazer hora até a volta para Buenos Aires. Foi quando avistamos uma placa discreta apontando para uma cervejaria artesanal chamado Barbot. Foi quase como se ouvíssemos uma musiquinha angelical – Quem curte cerveja artesanal sabe como é – e assim, no meio do nada, sem pesquisar! Foi uma grata surpresa. Lá fomos nós provar novas cervas e torcer pelo Uruguai. 😀

Uruguaio é engraçadinho, né?

Coincidentemente, neste dia a seleção do Uruguai ganhou e acompanhamos a euforia de todos que saíram às ruas para comemorar. Eles estavam convictos de que chegariam a final para repetir a vitória da copa de 50 no Maracanã. Foi bem legal ver a alegria das pessoas, especialmente das crianças, que mesmo naquele frio, comemoravam a vitória do seu país.

Festa da torcida uruguaia pós-vitória, bem animada, no estilo dos brasileiros!

Por fim, voltamos pro catamarã para retornar à Argentina, aproveitando mais uma horinha completa de Duty Free! 😉

Olha, vale muito a pena visitar! Isso porque não fomos a Montevidéu nem outras cidade do Uruguai, que ficaram pruma próxima viagem! 🙂

Fica a dica!

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Cervejarias argentinas: Antares

Ainda falando sobre o dia em que fomos dar um rolé na Recoleta… Antes de parar no Buller, já sabíamos de outro bar/cervejaria em Palermo. Depois de deixar o local seguimos explorando as ruas da capital portenha até encontrar o Antares para finalizar nosso dia de descobertas cervejeiras!

Dominado por um clima de pub, com música bem legal rolando e uma régua de degustação (chamada pelos hermanos de sampler, termo chupado dos brewers ingleses) invejável, num copo maior que o comum (agora não lembro quantos ml) e com 10 cervejas!

Todas são muito boas, mas a Scotch, a Cream Stout, a Barley Wine e a Honey Beer são demais!

Sendo uma delas rotativa, sempre com misturas ou inovações a serem experimentadas. Por conta da copa, a cerveza de pizzarrón (lousa, quadro negro) da vez era o que eles chamaram de “Unidos Pale”, uma IPA com um toque de guaraná. E, acredite, ficou bem gostosinha! 😀

A salsinha deu um gostinho todo especial para o Nachos!

Enfim, o Antares nos ofereceu uma ótima experiência. O atendimento, a comida (apimentada), o ambiente e principalmente a cerveja, foram muito bons.

Ficou um pouco escura, mas dá pra ter uma noção do ambiente, bem legal e aconchegante. 🙂

Antes de saber da existência do bar, tínhamos passado no Carrefour e visto as cervejas Antares, e na frustração de não poder levar tudo ao mesmo tempo compramos a Honey Ale e a Barley Wine,  que uns dias depois degustamos no hotel e no caminho para o aeroporto de volta ao Brasil.

Uma das duas que compramos pra provar, bem gostosinha e fácil de beber!

Não há como não deixar de te recomendar que conheça este local. Além de Palermo, há uma boa lista de bares da marca em outros locais que você pode conferir no site deles. Agora, faltou provarmos as outras engarrafadas e fazermos o tour cervejeiro na fábrica em Mar del Plata. Fica pra próxima viagem! 😉

Fica a dica!

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Cervejarias argentinas: Buller Pub and Brewery

Chegou o momento de falar sobre as cervejarias e bares com cerveja própria que encontramos em Buenos Aires.

Bons estilos de cerveja, provamos todos…

Depois de passear no charmoso bairro da Recoleta e conhecer o famoso cemitério onde está o túmulo da Evita, fomos procurar um lugar pra comer algo e assistir ao jogo da Copa do dia. Encontramos o Buller, que tem uma ótima régua de degustação de suas produções cervejeiras.

…Numa régua muito da bonita! A de trigo e a honey beer são demais! 😀

O ambiente é muito agradável e bem decorado, as cervejas são ótimas e a comida também não deixa a desejar. No dia em que fomos os Estados Unidos estavam jogando e parecia que todo o bar, exceto por nós e uns poucos argentinos, havia sido tomado por yankees empolgados gritando: “U-S-A, U-S-A, U-S-A!”. Foi divertido! 🙂

Se estiver em Buenos Aires, recomendamos que conheça. O Buller está localizado do outro lado da praça em frente ao cemitério da Recoleta, em uma calçada com muitos bares e restaurantes.

Buller Brewing Company

 Fica a dica!

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Uma cerveja vintage: Chuchkey!

Já se imaginou abrindo uma lata de cerveja com abridor de latas? Nem nós. Mas parece que há uns 50 anos atrás isso era bem comum.

A evolução nos trouxe até o atual design de nossas latas e os anéis que nos permitem abri-las, mas há sempre alguém nostálgico que nos leva a uma época vivida tempos atrás ou no nosso caso, nunca antes na história deste blog ou mesmo de nossas jovens vidas. Sem querer chamar ninguém de velho, mas incidentalmente chamando.

O “alguém” nesta caso foi a cervejaria Churchkey que trouxe o antigo modo de abrir latas de cerveja de volta. Achamos interessante e viemos compartilhar. Confira:

Artigos e sites relacionados:

Site oficial da cerveja aqui.

Wiki americano sobre a microcervejaria aqui.

Artigo do blog Goronah sobre os criadores aqui.

Fica a dica!