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Expectativa e realidade: O que você cobra e o que você entrega

Os comportamentos que vou mencionar aqui são fruto de observação e os gêneros são exemplos, pois as situações podem aplicar-se a todos.

É muito comum ver homens delirando (sim, delirando) sobre a mulher ideal. Estabelecendo para as mulheres com quem se relacionam padrões de beleza dignos de comerciais de cerveja e outros estereótipos. Tudo que não está adequado a realidade da grande maioria. Esses homens escolhem depreciar as mulheres que tem ao seu lado ou a sua volta, tecendo críticas ocultas ou escancaradas.

E quando você vai olhar esse cara esperando nada menos que um galã, se depara com um cara que pode ser baixo, magro demais, gordo demais, barrigudo, careca, ter dentes tortos, ser peludo feito o Toni Ramos ou reunir várias dessas características e mesmo assim o cara acha que pode cobrar/exigir algum padrão de beleza que ele estabeleceu. Mesmo que a sua apresentação pessoal seja a que acabei de descrever.

Meninos, vamos todos, por favor, dar uma boa olhada no espelho antes de sair por aí cobrando isso ou aquilo da mulheres, ok?

Outro comportamento jurássico, mas que acontece ainda em 2014 é o das donzelas que, quando vão namorar um cara, fazem uma lista mental do que o dito cujo tem para oferecê-las. Tem que ter bom emprego/salário, morar sozinho, ter carro, estar disposto a bancar seus gastos…

Aí, eu pergunto: O que você, criatura de Deus, tem para oferecer ao carinha? Pois assim como no caso da rapaziada que citei acima, você, no mínimo, tem que oferecer algo compatível ao que cobra. Você já tem um bom emprego/salário, saiu da casa dos seus pais, tem carro ou está disposta a ao menos dividir a conta do restaurante?

Você exige mais do que deveria? – Charge em homenagem ao finado Orkut! 😉

Acho que passou da hora de todo mundo diminuir a influência da novela das oito e dos filmes besteirol na vida e acordar para a realidade. Sim, todo mundo pode definir aquilo que acha melhor pra si, mas já parou pra pensar que você pode não está correspondendo a nem um terço daquilo que exige?

E sim, tem o fato de que padrões são coisas estabelecidas pela sociedade, propaganda, pelo Papa e seja lá por quem mais. Mas também é fato que somos todos adultos e capazes de ver que tem algo de errado com essa “matemática”.

Fica a dica!

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Cervejarias do Rio: 19 Opções Exclusivamente Cariocas!

O cenário cervejeiro no Brasil teve um bom crescimento nos últimos anos e no Rio de Janeiro não foi diferente. É claro que ainda precisamos de mais cervejarias , mas temos alguns representantes respeitáveis neste mundo por aqui.

Coitado do cara, só queria fazer sua cervejinha em larga escala…

Ainda não visitamos todas as cervejarias mas já provamos alguns de seus rótulos. Segue uma lista para você conhecer e procurar a cerveja que mais gostar de cada um:

Fraga: Bebemos o chopp de trigo no Antiga Mercearia e Bar. Aprovamos! Infelizmente, não tem fábrica ou bar pra visitar, tem que procurar os lugares que recebem dela.

Antiga Mercearia e Bar: Falando nela, produz dois chopes ótimos um de trigo e um pilsen (que super recomendamos). Fica na Cobal do Humaitá, pertinho de Botafogo, com várias cervejas brasileiras e muito salgadinho e ingredientes para serem comprados por peso. Aconchegante.

Noi: Experimentamos apenas três dos sete que tem no site, mas já aprovamos! Falta atravessar a ponte ir conhecer o bar da fábrica lá em Niterói.

Röter: Lá de Barra do Piraí. Provamos a de trigo, a Pale Ale e a Summer Ale, que é ANIMAL (com uma edição especial para o restaurante Pipo, no Leblon). Daquelas pra você não passar a vida sem provar e que ficaria uma tarde inteira bebendo só ela!

Mistura Clássica: A Beatus Trippel está entre as nossas preferidas. Ela é de Volta Redonda, mas você pode dar um pulo no Shoping Nova América e conferir o quiosque que já tem uma boa variedade das MUITAS que essa cervejaria produz.

Ah, eles produzem também a Cerveja da Lapa – feita de acordo com a lei de pureza alemã e delicinha, diga-se de passagem – para o Lapa Café.

St. Gallen Conhecemos, bebemos e aprovamos praticamente todas. Faltam só algumas sazonais! 😉

Dona das marcas Therezópolis e Sul Americana (que possui uma ótima Pilsen). Tem uma “fábrica” aberta pra visitação, com bons restaurantes, lá em Teresópolis.

Three Monkeys Beer: Entrou na lista de cervejas que precisamos experimentar. A foto da Belgian Golden Ale, pelo menos, parece bonita!

Jeffrey: Encontrada mais em restaurantes e eventos, uma cerveja peculiarmente boa! As especiarias dão um gosto especial (!) a ela. Encontramos ela numa feira gastronômica que rolou lá na Lapa, demos nossas impressões neste post. Possuem uma distribuidora oficial no Humaitá.

Cidade Imperial: Lá de Petrópolis – chamada de “cervejaria do príncipe”, por fazer parte da família real que ainda vive na cidade, possui uma pilsen deliciosa! Fora as três em garrafa, que são muito boas, principalmente, a Helles!

Agora, eles tem um tour oficial, mas quando fomos, visitamos a fábrica MESMO! O técnico no local mostrou as cervejas sendo rotuladas a mão, bem artesanal mesmo. E ainda provamos o chope tirado da serpentina, na hora, ali. Perfeito.

Duas Cabeças: Ainda não tivemos a oportunidade de experimentar as três cervejas desta marca, mas uma com o nome de MaracujIPA chama a atenção! 🙂

Botto Bier: Vendida em lojas especializadas e no Botto Bar, de seu mestre cervejeiro Leonardo Botto.

Chopp Daserra: Melhor pilsen engarrafada que já provamos na vida! Cremosidade, sabor, cheiro, cor… tudo excelente! Falta acharmos aqui no Rio em algum local especializado, pois só a vimos lá em Teresópolis, numa distribuidora avulsa.

Boteco Salvação: Mais um pubzinho, onde rolam vários eventos legais e música ao vivo. Possui um chope próprio, amanteigado na medida certa. Fica em Botafogo.

Barão Bier: Dita primeira cervejaria de Nova Friburgo, mais uma que precisamos provar. É muita cerveja nesse mundo, meu Deus! O_O

Chopp Clássico: Fica lá em Triagem, bem perto do metrô e do CADEG. Sempre vemos o carro da entrega passando em frente a nossa casa, mas nunca conseguimos experimentar seus chopes, em especial, o de vinho! Só provamos chopes pavorosos de vinho, esperamos que este valha a pena!

Caborê: Fomos em Paraty pro Festival da Cachaça e não sabíamos desta cervejaria! Precisamos voltar pra provar (tanto a nova cerveja como as boas cachaças do local). 😉

Pe’Ahi: A “cerveja da onda”, uma Amber Ale bem gostosinha! Recomendamos ir no restaurante de mesmo nome, nem que seja apenas para prová-la. Tem unidades no Shopping Tijuca, na Barra e na Gávea.

Das grandes, para não falar que não mencionamos:

Bohemia: Vale a pena conhecer o tour, que conta a história da cerveja e das muitas marcas que passaram pelo Brasil. A sua cerveja de trigo vale pelo custo/benefício. A confraria tem um gosto todo especial, que vale muito seu investimento. E boa desculpa pra visitar Petrópolis.

Itaipava: Dá pra visitar a fábrica do Grupo Petrópolis mesmo e ver a produção em larga escala! Máquinas gigantescas, passando, limpando, rotulando e enchendo garrafas de um lado para o outro. Parece aqueles episódios de desenhos antigos, muito maneiro! Fora que, no final do tour, provamos os MELHORES CHOPES DE NOSSAS VIDAS!

E como é da Itaipava, pode até achar suspeita nossa opinião, mas te afirmo: Aqueles chopes tirados no final do tour não são os que vendem pro consumidor final, fato! O pilsen estava perfeito e o black era A PERFEIÇÃO SUPREMA! Dá água na boca só de lembrar a cremosidade daquele chope.

Eles possuem as marcas Weltenburger Kloster, Petra, Black Princess e a Lokal Bier. Ah, e adivinha onde que a cervejaria fica? XD

…Ufa, terminamos!

Conhece alguma cervejaria que deixamos de listar? Conte pra nós nos comentários.

E pra finalizar:

Vamos atrás de todas! 😀

Fica a dica!

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Sobre a vida a dois: 7 dicas sobre as rotinas da casa

Não existe um exato guia de boas práticas sobre dividir o teto com alguém, mas certamente alguns detalhes podem fazer a diferença entre o sucesso e o completo fracasso. Viver junto é observar e compreender o que funciona ou não para cada situação. Nem sempre o que dá certo pra nós aqui será o ideal para outros casais, mas vamos falar um pouco de nós para que vocês reflitam. 🙂

Isso te lembra alguém, mesmo que de longe? Se sim, você precisa rever sua relação… – Charge do André Almeida – http://andrehq.wordpress.com/

Quando a gente se muda da casa dos pais passa pra nós a responsabilidade de administrar e sustentar uma casa. Tudo aquilo que (em alguns casos) aparecia “magicamente” feito, agora está por conta de vocês e isso pode ser o pior pesadelo de alguns casais. Se vocês não vão contratar uma diarista para manter a casa em ordem, é preciso chegar a alguns entendimentos sobre a manutenção da casa. Sobre isso, tenho algumas considerações a fazer.

1 – Não dá pra dividir tudo exatamente no meio a meio – O motivo? Cada pessoa tem habilidades e um ritmo diferente de fazer as coisas. Há ainda coisas que vocês precisarão aprender e aperfeiçoar e isso pode levar um tempinho.

2 – Não exija que o outro faça tudo exatamente como você faria – Aqui tô falando mais para as meninas mesmo. O motivo é que, pelo menos até a nossa geração, os homens ainda foram criados naquele pensamento de que trabalho doméstico é coisa de mulher e era muito comum ver as mães ensinando as filhas sobre as coisas da casa e não os filhos. Por isso alguns homens tem pouca ou nenhuma prática com serviços domésticos. Se você é capaz de limpar sua casa como uma perfeita faxineira e seu marido/namorado não, fique calma, ensine e não infernize. Mesmo assim, pode ser que ele não faça tudo exatamente como você faria, mas somos todos diferentes e você precisa aprender a lidar com isso. Se não for capaz de aceitar essa diferença, faça você mesma e não encha o saco. 😉

3 – Tenha momentos de ócio/lazer e permita que o outro tenha também – Gente, tem dia que eu só quero chegar em casa, sentar e brincar com o cachorro. Mas tem uma porrada de coisas em casa pra fazer. Tem dia que eu vou lá e faço, tem dia que eu ignoro tudo mesmo e foda-se. Não dá pra ficar na neura da super arrumação. Tem gente que se incomoda muito, eu me incomodo médio e mesmo com o incômodo, às vezes que não quero fazer nada mesmo.

As coisas andam mais rápido quando os dois param pra arrumar a casa? Sim. Mas isso não é primordial. Se você tem 20 minutos do seu tempo depois do trabalho faça algo para a manutenção da casa nesse momento. Se o outro está lendo coisa na internet, jogando ou olhando a rua pela janela, deixe.

Aqui em casa nós temos tempos diferentes de “estalos” para fazer as coisas. Às vezes, o Daniel me “convida” pra ir arrumar uma parada. Às vezes, sou eu quem vai lá e lembra que tem algo que precisa ser feito. Mas eu já percebi que os tempos são diferentes e eles precisam ser respeitados (Mas não vale usar isso e não fazer nada nunca).

4 – Se você vê uma grande necessidade de fazer algo naquele exato momento e pode fazer sozinha (o), vá lá e faça. – Simples assim.

5 – Respeite limitações, não malandragem – Reconhecer que alguém não faz as coisas tão rápido ou tão bem quanto você e se adaptar a isso é uma coisa. Outra completamente diferente é ver que tem alguém querendo levar vantagem usando a desculpa do “não sei” ou “não consigo”. Se isso estiver acontecendo e você se ligou, sugiro conversar.

6 – Elogie – Todo mundo gosta de elogio e faz muito bem a uma relação reconhecer pontos fortes do outro. 🙂

7 – Agradeça – Vocês não são empregados um do outro e mesmo que algumas coisas tenham se tornado automáticas, agradeça seu parceiro (a) por ter feito. Faz um bem danado.

Resumindo, viver com alguém não tem receita de bolo, mas tem “macetes” que você pega no dia-a-dia. 😉

Fica a dica!

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Descubra 10 lugares para encontrar cerveja artesanal no Rio!

Resolvemos listar para vocês os locais onde encontramos cervejas artesanais pelo Rio. Hoje em dia muitos mercados aderiram às cervejas especiais e mantém algumas prateleiras com diferentes rótulos, mas tem lugares onde você se perde tamanha a especialização no assunto. Anotem:

CADEG: Recentemente eleito Mercado Municipal da cidade do Rio, o CADEG se transformou num polo gastronômico e de consumo cervejeiro. Antes disso já existiam lojas especializadas em cervejas artesanais, mas depois da evolução o mercado cresceu e encareceu. Ainda vale a pena comprar cerveja no CADEG? Vale, mas tem que gastar perninha lá dentro e pesquisar.

Balkonn: Já falamos sobre esse lugar aqui no blog, é mesmo um mundo de cervejas! O local é uma distribuidora e você encontra preços atrativos, não de tudo, mas encontra. Já fizemos umas boas comprinhas por lá e vale a pena.

Antiga Mercearia e Bar: Só o fato de estar dentro da Cobal do Humaitá já te diz que o lugar não é muito baratinho. Mas enquanto tem gente pagando R$ 6 pratas num chopp Brahma no Nova América, você pode pagar R$ 6,50 ou R$ 7 em média, num chopp artesanal com qualidade. vale muito mais a pena. Você ainda encontra a carioca Fraga Weiss e a viva da Coruja, podendo levar pra casa em umas garrafinhas pra lá de especiais.

Pão de Açúcar: Até o momento nos atende bem nas compras cervejeiras. Como já estamos comprando cervejas artesanais há algum tempo, tá chegando um momento que não tem mais cerveja tão baratinha pra comprar, aí, é investir nos rótulos mais carinhos mesmo. Sabemos que este não é um hobby barato, mas vale muito a pena. Sempre tem coisa boa e em preço acessível por lá.

Zonal Sul: A variedade de cerveja depende da loja em que você está. Em geral, o Pão de Açúcar ganha em preço e variedade, mas não custa dar uma olhada. Já encontramos boas surpresas lá. É uma pena que só tem na Zona Sul da cidade (como o nome já sugere), mas tá valendo muito a pena comprar cerveja Paulaner gelada no Zona Sul perto da mureta da Urca. Bela vista, boa cerveja gelada e preço possível.

Farinha Pura: Tem ótima variedade para um mercado, mas o preço não é muito convidativo. Falamos baseados na filial da Cobal do Humaitá.

Mundial: Faz um tempo que não vamos lá. Mas já encontramos boas pechinchas.

Prezunic: Mesma coisa do Mundial. tem dia que tem, tem dia que não… Vamos torcendo para que aumente a oferta.

Guanabara: Faz muito tempo também que não vamos lá e bem no início dessa “popularização” de rótulos artesanais começamos a ver algumas cervejas discretas na prateleira. Se você faz compras no Guanabara e achou coisas boas e com bons preços, volta aqui pra contar. 😉

Supermarket: Vem aumentando a variedade de rótulos a cada dia, com preços atrativos e ainda vende Germânia com bom preço! Isso é amor garantido ❤

Enfim, não temos muitas cervejarias próprias por aqui, mas a variedade é grande a disponibilidade aumenta exponencialmente! Se tiver um lugar legal perto da sua casa, nos informe, pois sempre queremos conhecer lugares novos! 🙂

E, só pra ilustrar o post, umas boas dicas do Folha para servir direitinho as ditas cervejas especiais:

Ótimas dicas que todo bom cervejeiro deveria saber!

Fica a dica!

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Cervejas do meu mundo afora: Therezópolis Weiss

Já falamos algumas vezes de rótulos da cervejaria St. Gallen mas, recentemente, aconteceram algumas mudanças na produção.

Recebemos esta informação de forma informal (!): A cerveja St. Gallen Weissbier, embalada em garrafa tipo espumante, deixou de ser produzida. Enquanto isso, foi lançada a cerveja Therezópolis Weiss, que vem em uma garrafa de 600 ml.

Excelente cerveja brasileira de trigo!

Provamos a cerveja e chegamos à conclusão de que a mudança ficou apenas por conta da embalagem mesmo. 😛 A cerveja continua tão boa quanto antes. Para apreciadores desta ótima cervejaria ou deste estilo, pode degustar novamente que vale a pena.

Considere como rumor, pois não encontramos nota oficial sobre assunto mas, na dúvida, se você não comprou a cerveja em embalagem tipo espumante e quer guardar, corre porque vai que acaba? :O

Fica a dica!

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Alternativas saudáveis para produtos do cotidiano

Faz um tempo que ficamos interessados sobre alimentação e como ela influencia na nossa vida de uma forma geral. Não somos experts no assunto, mas temos estudado bastante e tentado encontrar alternativas mais saudáveis para nossa alimentação diária. Com isso, vem reeducação alimentar, do paladar e a descoberta sobre produtos orgânicos e mais naturais.

Falaremos mais sobre nossas experiências, mas hoje a dica é bem básica.

Grande parte das pessoas que conhecemos tem um pequeno estoque de pipoca de micro-ondas para oferecer às crianças, amigos ou para uma tarde de filmes em casa. Nós também tínhamos até descobrir que pipoca de micro-ondas não faz nada bem a nossa saúde. É muito corante, sódio , milho transgênico e ainda os efeitos do próprio micro-ondas sobre o alimento.

Depois de obter essas informações, passamos a comprar o milho e fazer pipoca da forma tradicional, na panela, mas ainda ficou o incômodo sobre os agrotóxicos e o fato do milho ser transgênico. Fomos levando até o dia em que o Daniel encontrou o tal milho orgânico em uma feira de orgânicos no Flamengo, Zonal Sul do Rio. O pacote de 500g custou R$ 5. Sábado teve pipoca orgânica lá em casa!

E ainda com chocolate 50% cacau e açúcar não-refinado orgânico.

E ainda com chocolate 50% cacau e açúcar não-refinado orgânico. 😉

Acabamos descobrindo que a Ecobio, marca que comercializa o milho, tem váaaaaaarios produtos orgânicos. Os preços no site deles são atrativos para alguns produtos, mas o frete é salgado. Sabemos que o mercado Pão de Açúcar vende os produtos dessa marca, mas tem que pegar promoção e garimpar preço.

O acesso a produtos orgânicos precisa de muito incentivo para chegar ao grande público, não dá pra comer tudo 100% orgânico em casa ainda, infelizmente. Enquanto isso não acontece vamos tentando encontrar alternativas para uma alimentação saudável e o mais livre possível de agrotóxicos.

Em breve falaremos sobre outras escolhas alimentares. 🙂

Fica a dica!